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Transferência de líderes do PCC é um passo real de inteligência e enfrentamento ao crime organizado no Brasil

Nesta quarta-feira, dia 13, 22 membros do PCC de São Paulo foram transferidos para presídios federais. Os criminosos foram levados para Mossoró (RN), Porto Velho (RO) e Brasília. Dentre eles está Marcos Henrique Camacho, o Marcola. Ele é considerado chefe do Primeiro Comando da Capital (PCC), facção criminosa de grande porte no Brasil. A transferência é a primeira medida concreta realizada pelo Ministério da Justiça no combate ao crime organizado, crime violento e corrupção.

Em entrevista concedida ao Portal UOL, comentei que a medida enfraquece a organização, já que impede os chefes de passarem instruções e o contato com os seus subordinados. Outra possível consequência é a subdivisão/fracionamento da organização. Porém, vale lembrar, existe a possibilidade de uma reação do grupo. E a medida (transferência dos criminosos), por si só, não será o suficiente para nocautear a organização criminosa.

O trabalho de deslocamento foi feito através da Secretaria de Operações Integradas, criada para justamente unir as forças de segurança brasileiras. Participaram da operação policiais federais, estaduais e também membros das Forças Armadas. Parabenizo a todos que participaram dessa operação.

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